Pedro Mestre, José Diogo Bento e David Pereira apresentam alguns temas do seu repertório neste emblemático programa da rádio Castrense. O grupo apresenta-se pela primeira vez no programa que foi o grande impulsionador do regresso da Viola Campaniça na década de 80. |
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
CAMPANIÇA TRIO NO PROGRAMA PATRIMÓNIO DA RÁDIO CASTRENSE
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
PEDRO MESTRE NO PORTUGAL NO CORAÇÃO
Amanhã, dia 23 de fevereiro, Pedro Mestre será o convidado do programa Portugal no Coração. O programa das tardes da RTP 1, recebe em estúdio o músico Pedro Mestre que irá partilhar a sua história de vida com o auditório deste programa. Considerado como a nova geração que permitiu fazer reviver a Viola Campaniça, Pedro Mestre apresenta-se atualmente como tocador e construtor de viola Campaniça integrando diversos projetos e grupos como é o caso da recente formação Campaniça Trio. A acompanha-lo em estúdio e testemunhando a trajetória de Pedro Mestre, José Francisco Colaço Guerreiro, autor do programa radiofónico Património e uma das vozes que à muito defende o Cante Alentejano e a Viola Campaniça e o tocador David Pereira, jovem promessa da Viola Campaniça e aluno de Pedro Mestre. Amanhã a partir das 15h30 na RTP1. |
VIOLA CAMPANIÇA NO MUSEU DA RURALIDADE
A Viola Campaniça Produções Culturais, juntou-se à grande festa do Entrudo que por estes dias tomou conta da Vila de Entradas. Foram muitas as iniciativas que atraíram os foliões, com destaque para uma programação que apostou em momentos onde a tradição foi uma constante. A marcar o arranque do programa, a inauguração da exposição Viola Campaniça e Outros Cordofones. Composta por três dezenas de cordofones, na mostra destacam-se alguns exemplares de Violas Campaniças que retratam a história da mais emblemática viola da planície. Podendo o visitante acompanhar a sua evolução e conhecer exemplares de diversos construtores. Uma produção do Museu da Ruralidade e da Câmara Municipal de Castro Verde a partir de uma ideia original da Viola Campaniça Produções Culturais. Após a inauguração da exposição realizou-se uma Roda de Tocadores de Viola Campaniça. Foi pequeno o espaço para tantos tocadores e para o público que acorreu a esta iniciativa. Para coroar este conjunto de iniciativas na segunda-feira a taberna do Museu da Ruralidade acolheu o Grupo de Violas Campaniças para uma atuação onde às vozes se juntou a Viola Campaniça ex-libris da região e que o público muito aplaudiu. |
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
DANÇA DAS FITAS │UMA TRADIÇÃO DE ENTRUDO
O Entrudo é tempo de folia e as suas origens são remotas.
Esta celebração está relacionada com antigos cultos pagãos de fertilidade da terra, posteriormente com o catolicismo esta celebração adquiriu outros contornos, pois marca o inicio da Quaresma, um periodo de 40 dias de abstinência que antecede a Páscoa. Por ser um longo periodo de privações, os dias que o antecediam passaram a ser dedicados a grandes festividades.
Folguedos, danças e folias marcam esta celebração que no Alentejo tem grande tradição.
Os bailes são, desde à muito, motivo de encontro entre as comunidades, num tempo em que outros divertimentos não existiam, este era o veiculo por excelência que contribuia para o estabelecimento de relações dentro e por vezes fora da comunidade.
No Entrudo também se bailava e nas danças de entrudo destacava-se a dança das fitas, dançada como o nome diz em torno de um pau de fitas, o que conferia ao baile um colorido diferente.
No centro do terreiro do baile ergue-se um mastro, de onde pendem fitas de várias cores diferentes. Os pares de dançadores desenham um circulo em redor do mastro e cada pessoa segura na sua fita. Ao ritmo da dança os pares desenham coreografias e num ziguezague de sucessivas passagens as fitas formam uma trança em torno do mastro até que não reste mais fita para entrançar, depois a dança desenha um movimento oposto e as fitas voltam a ficar soltas.
Os bailes de outrora ajudaram a manter tradições, passadas de pais para filhos e de avós para netos. Hoje para evitar que correm o risco de desaparecer outros agentes procuram ensinar aos mais jovens as tradições das suas regiões.
Os bailes de outrora ajudaram a manter tradições, passadas de pais para filhos e de avós para netos. Hoje para evitar que correm o risco de desaparecer outros agentes procuram ensinar aos mais jovens as tradições das suas regiões.
Neste Entrudo as nossas crianças de Serpa e Almodôvar dançaram as danças de fitas, aprenderam e gostaram, gostaram muito, a tradição há de continuar....
Este Entrudo, o blog Viola Campaniça Produções Culturais dá-lhe a conhecer a moda O Gato Ferrinho, aqui interpretada por Pedro Meste, Ana Valadas, José Diogo Bento e David Pereira.
Este Entrudo, o blog Viola Campaniça Produções Culturais dá-lhe a conhecer a moda O Gato Ferrinho, aqui interpretada por Pedro Meste, Ana Valadas, José Diogo Bento e David Pereira.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
O CANTE FICOU MAIS POBRE
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