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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

HOJE HÁ CANTE DE REIS NO AMOREIRAS SHOPPING CENTER | LISBOA

Pode o Património da Humanidade ter palco num Shopping em Lisboa?

O Grupo de Cante do Rancho de Cantadores da Aldeia Nova de S. Bento actua na escadaria central do Amoreiras Shopping Center, em Lisboa, no dia 6 de Janeiro, pelas 18h30.




Com um repertório inteiramente dedicado ao tema das Janeiras, a actuação começa na escadaria principal do Shopping junto ao Presépio, ícone deste espaço comercial, e finaliza no MAPA – espaço criativo – equipamento totalmente dedicado à divulgação do Património Cultural português nas suas várias vertentes. A presença do mais recente título de Património Cultural Imaterial da Humanidade de Portugal num Centro Comercial evidencia como é possível levar a cultura aos locais menos óbvios.

Contamos com a sua presença!
 
in Spira - Revitalização Patrimonial

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

A VIOLA CAMPANIÇA PRODUÇÕES CULTURAIS COMEMORA HOJE 6 ANOS DE VIDA

A Viola Campaniça Produções Culturais comemora hoje o seu 6º aniversário.

Agradecemos a todas as pessoas que ao longo destes seis anos têm colaborado connosco em prol da preservação e divulgação da nossa cultura musical de raiz, dando a conhecer ao mundo o Cante e a Viola Campaniça.
Somos Pela Tradição!


 

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

CANTE AO MENINO, JANEIRAS E REIS

A Quadra Natalícia desponta várias tradições, usos e costumes: no passado, era pelas ruas, de porta em porta, nas tabernas ou nas igrejas, que vários grupos de homens e mulheres  celebravam o Natal a cantar. Hoje, no Alentejo, são os Grupos Corais que mantêm viva e dão continuidade a esta tradição.
 
 
O Grupo Coral Misto da ACA - Associação de Cante Alentejano Os Cardadores, já iniciou os concertos do Ciclo de Natal, que evocam as mais ancestrais tradições e riqueza polifónica alusivas á época.
 
Na próxima sexta feira (19 de dezembro)  a ACA - Associação de Cante Alentejano Os Cardadores  irá organizar dois concertos de Cante Ao Menino, Janeiras e Reis,  no concelho de Castro Verde (na Aldeia da Sete  e Santa Bárbara dos Padrões).


No sábado, dia 20 de dezembro, Cuba recebe o Cante Ao Menino, na Igreja Matriz de S. Vicente, o Grupo Coral Misto da ACA - Associação de Cante Alentejano Os Cardadores (formado pelos Cardadores e as Papoilas do Corvo)  e os Cantadores do Sul,  são dois dos grupos convidados.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

NESTE NATAL OFEREÇA TRADIÇÃO



DVD-Do Alentejo A Minas Gerais/Encontro de Violas
Pedro Mestre & Chico Lobo - 15 € (+ portes de envio )
 
CD-Encontro de Violas,Viola Campaniça e Viola Caipira
Pedro Mestre e Chico Lobo - 10 € (+ portes de envio )
 
 CD - Ilha dos Vidros - Grupo Viola Campaniça (Castro Verde)
10 € (+ portes de envio )
 
 
CD - Modas dos Cardadores - Grupo Coral e Etnográfico Os Cardadores (Sete) 
10 € (+ portes de envio )
 
 
 CD - Demudado em Tudo - Grupo 4Quatro ao Sul
10 € (+ portes de envio )
 
CD - Rastolhice - Grupo Rastolhice
5 € (+ portes de envio ) 
 
 
Solicite-nos o envio do CD através do e-mail: violacampanicaproducoes@gmail.com
 

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

APRESENTAÇÃO DO DVD "DO ALENTEJO A MINA GERAIS" | CASTRO VERDE

O DVD Do Alentejo A Minas Gerais / Encontro de Violas - Pedro Mestre & Chico Lobo” é o segundo trabalho da parceria entre Pedro Mestre e Chico Lobo, gravado em 2012.
Depois do Brasil, este trabalho irá ser apresentado ao público português, no dia 17 de outubro 2014, no Cine – Teatro de Castro Verde, pelas 21h30.
 

Pedro Mestre e Chico Lobo encontraram-se pela primeira vez em Portugal, há sete anos. Conheceram-se durante o Encontro de Culturas de Serpa, um evento que reúne anualmente artistas de diversos países. Esse acontecimento, que juntou os tocadores da viola campaniça e da viola caipira alentejana, iniciou uma relação especial que marcaria a vida dos dois músicos e o percurso dos seus instrumentos. Em resultado, gravaram o seu primeiro trabalho discográfico, Encontro de Violas – Viola Campaniça e Viola Caipira Pedro Mestre e Chico Lobo, editado em 2007 no Brasil e em Portugal.

O ponto de partida desta parceria inédita foi a constatação, por parte dos tocadores, da existência de uma estreita ligação entre as suas violas. Os sinais de familiaridade entre os instrumentos revelaram-se logo no primeiro encontro, em 2006, mas o aprofundamento e longevidade desta relação só foi possível porque o interesse dos tocadores não se ficou pelos aspetos musicais, tendo-se alargado nos anos seguintes aos respetivos contextos socioculturais. Por detrás do espetáculo que as violas proporcionam estão os povos que as utilizam quotidianamente nas folias de Reis, nas serestas e nas festas do Divino, em Minas Gerais, ou nos descantes e nos “balhos”, no Alentejo. A parceria vai, pois, muito para lá do palco e o que o Encontro de Violas tem de mais característico e surpreendente não é a beleza dos espetáculos que o enorme talento dos intérpretes proporciona, é a capacidade de, através do dedilhar dessas cordas, se colocarem as duas culturas em verdadeiro diálogo. Este entendimento, baseado na amizade entre os músicos e no respeito pela matriz da tradição, foi sendo sedimentado pelos contactos constantes que se mantiveram regularmente nesta já longa e persistente caminhada.

Pedro Mestre e Chico Lobo abriram as portas de suas casas um ao outro, permitindo ao parceiro de palco o contacto direto com as fontes que transmitem a tradição: a família e a comunidade. É aí, nos despiques das tabernas e nos serões à lareira da aldeia de Sete, de Pedro Mestre, no café da manhã com pão de queijo caseiro, nas serestas e nas folias de São João d’El Rei, de Chico Lobo, que os espetáculos nascem. Só assim podiam ter sido compostas modas alentejanas por Chico Lobo, só assim Pedro Mestre podia tornar tão caipira sua viola tradicional alentejana.

Neste sentido, acompanham esta gravação do espetáculo do festival Cone(cs)ons, no Rio de Janeiro, imagens que contextualizam as violas registadas em Minas Gerais e no Alentejo.

Este não é, certamente, seu último trabalho, outros hão de vir e serão, também, importantes marcos no riquíssimo movimento de resgate e dignificação das culturas regionais, fundamental na resistência à imposição de uma cultura hegemónica ditada pela globalização.